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MUSICALIZANDO: A CULTURA QUE ALIMENTA O BRASIL

FOTO/ REPRODUÇÃO GOOGLE

O Basil é conhecido por várias razões: pelo o nosso ator Neymar, pela nossa “orgulhosa” corrupção, pelas praias, pelos pontos turísticos, pelos “fogos de artifícios” que matam, pela nossa culinária, pela música etc. O Brasil tem um leque musical e cultural muito grande, é como um DNA. Dizem por ai que somos um povo feliz, digamos que parte dessa alegria e festa é pura mágica da energia brasileira que a música nos traz. 

Desde Caetano Veloso a Claudinho e Buchecha temos música de protesto, temos música poética, temos música de representatividade como Rap. Nossa música é mistura, é algo tão brasileiro, tão nosso quanto arroz com feijão e bife. Cada região um ritmo, cada região sua tradição cultural. É talento que não acaba mais. O nordeste é uma mina de talento, temos Alceu Valença, Saulo, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Cesar, entre outros.

Eu falo muito de MPB e rock, né? Mas o Brasil não é só isso. Vocês conhecem Alcione? Jorge e Matheus? Certeza que você já deve ter se embriagado ouvindo um bom “modão”, na verdade a maioria das músicas nacionais foi feita para se embriagar. Música brasileira combina com amigos, cachaça e uns petiscos. E jogue a primeira pedra quem não gosta de rebola a “raba” ao som de um bom axé ou de um funk chiclete. Meu gosto musical vai de Matanza a Djavan, de Leo Santana a Bruno e Marrone

Quem não gosta de uma boa música? No Brasil temos isso de sobra. Em Brasília o rock se inicia com Legião Urbana, Capital inicial, Paralamas do Sucesso, “ainda é cedo” para dizer que Brasília foi ou é a capital do rock, na mesma época Cazuza fazia barulho com o barão vermelho, o “tempo não para”.

Subindo o mapa do Brasil, temos o nordeste de Gonzaga e Zé Ramalho. A poesia ritmada contando o cotidiano do nordestino, a ardência da pimenta chega a ser prazeroso se comparada a ardência do sol nas costas no sertão nordestino. Mas, nem tudo é tão triste e artistas tem o dom de fazer a tristeza virar algo extraordinário e bonito de se ver ou de ouvir. Ariano Suassuna que nos diga, autor de grandes sucessos como “Auto da Compadecida”, “A Mulher Veste o Sol”, entre outros. Só são alguns dos nomes. Eu nem vou falar da riqueza literária que temos. E cada vez mais o Brasil vai se esquecendo desses valores, vimos o museu queimar por descaso. E vamos vivendo assim, esquecendo-se de nossa história e cultura que nos faz sermos únicos no mundo.

O que ainda não percebemos, é que somos iguais na dor e nos momentos de fraqueza. A cultura brasileira está se apagando, está sendo esquecida. Porém, ainda acredito que lá no fundo a nossa nação reconheça antes que seja tarde o quanto somos bonito por sermos uma mistura de raça de culturas. Pegue sua cerveja gelada, encontre uma boa companhia, coloque sua música preferida e aproveite os momentos que a energia da arte brasileira nos proporciona.

Um comentário:

  1. Realmente a música tem um poder único e fenomenal.
    Bom final de semana!

    Jovem Jornalista
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    Até mais, Emerson Garcia

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