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SOB O MESMO TETO: “UMA FAMÍLIA DE ONZE FILHOS. MORANDO NA MESMA CASA.”

FOTO/ REPRODUÇÃO JINFORMAL
Sinopse: Calíope Medina tem certeza absoluta de que está ficando louca. Entre cinco irmãos e uma mãe sem nenhum juízo, ela nunca foi exatamente expert em viver uma vida normal. Mas a situação sai dos eixos quando seu futuro padrasto traz consigo mais quatro filhos, e agora sua nova residência parece habitar a população de um pequeno país.
Ela acaba de se mudar para a cidadezinha onde o Novo Padrasto mora e podia jurar que não tinha como piorar... Até conhecer João e a Lei de Murphy mais uma vez provar a sua força.
Esqueçam o nome esquisito, ter que se adaptar a um novo colégio no meio do ano ou o fato de que metade do corpo de alunos divide o banheiro de casa com Cali. O Destino - ou quem quer que seja o ser mítico que adora sacaneá-la - lhe apresenta uma opção impossível, e ela não sabe se conseguirá ignorar a atração irrefreável vivendo com ele sob o mesmo teto.
Autora: Bruna Fontes
Disponível no Wattpad e publicado pela Duplo Sentido Editorial

É claro que todo mundo surtou quando mamãe veio com a novidade sobre a mudança. Depois de ter se casado com o Uruguaio sem teto que fazia malabarismo no sinal perto de casa, e feito duas filhas com ele, era difícil acreditar no bom senso da minha mãe para escolher maridos. Principalmente quando isso envolvia deixar tudo para trás e mudar para tão longe sem nenhum plano B.

Bem-vindos todos ao mundo da autora Bruna Fontes! “Sob O Mesmo Teto” é uma obra prima divertida e totalmente aconchegante. Gosta de problemas adolescentes, problemas familiares, amores (im)possíveis e qualquer confusão que isso possa acarretar? Então os caros leitores estão aderindo ao enredo correto.

Calíope Medina é um dos seis filhos que sua mãe, Clara, tem. E cada um deles foi inspirado em algum Deus, musa ou integrante da Mitologia Grega, afinal de contas a mãe dessas cinco lindas crianças (imaginem os gêmeos o quão lindos são) é uma estudiosa da Mitologia Grega. O livro trará a visão de Calíope sobre toda essa mudança repentina e drástica que está para acontecer com a família Medina.

Fiquei olhando para aquele garoto estranho e inegavelmente atraente recitando um poema pra mim e não soube exatamente o que fazer além de continuar encarando. Meu peito batia forte, preenchido por uma sensação quente e assustadora.

João Augusto (ou para os mais íntimos Guto) faz parte da família Becker, também um dos cinco lindos filhos (imaginem quando conhecerem as gêmeas) de Alejandro. Se os Medina são a família Grega, os Becker só poderiam ser os Troianos. Alejandro comprou uma casa enorme em Assunção para abrigar os Becker em conjunto com os Medina e sua nova esposa Clara. O que ambos não esperavam era desencadear uma confusão entre onze jovens.

Calíope coleciona miniaturas de Balões de Ar Quente, João é um aventureiro nato e vai “rodar” o mundo em 10 meses após o Ensino Médio; entre os dois existia um gosto peculiar e singular pelo melhor filme de todos os tempos, “De Volta para o Futuro”. E um gosto por Carlos Drummond de Andrade, afinal de contas “havia uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho havia uma pedra”.

Eu não sabia onde enfiar minhas mãos, não sabia como reagir. Era errado que meu coração palpitasse toda vez que eu o encarava, que eu sentisse esse magnetismo me puxando quando estava em sua presença.

Todo o enredo começa a acontecer no momento em que esses dois mundos se chocam. O que eles não esperavam é que seriam um do outro os irmãos que Alejandro e Clara dariam a cada um de seus filhos. Juntar onze crianças em uma casa grande parece até uma tarefa difícil, e quando perceberem que juntaram duas almas apaixonadas e mais nove irmãos as coisas começam a complicar.

Nessa trama intrigante, jovial e divertida ficamos diante da grande questão: o relacionamento deve ou não acontecer? Afinal o que importa de fato?

Junto com a autora e os personagens, vamos descobrindo um mundo muito mais intenso e colorido, além de nos aventurarmos com esses dois na descoberta da felicidade e do amor verdadeiro, da força e dos laços em família.

Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas. Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma Calíope/ tinha uma família/ tinha um Augusto/ tinha uma pedra no meio do caminho/ no meio do caminho tinha uma pedra.

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