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LORENNA VIEIRA, ESPOSA DO DJ RENNAN DA PENHA, É ACUSADA DE FRAUDE AO IR NO BANCO ITAU

A POLICIA AINDA INVESTIGA A ACUSAÇÃO E ALEGA QUE OS DOCUMENTOS ERAM FALSOS


Foi na quinta-feira (30) que Lorenna Vieira, esposa do DJ Rennan da Penha, foi barrada em uma agência do Itaú e acusada de tentativa de fraude. “Eu fui ao banco tirar um dinheiro e desbloquear um cartão, porque perdi cartão e o outro não chegou na minha casa. Eu tive que ir lá buscar. Chegando lá, deu que estava bloqueado. Aí elas (as funcionárias) começaram a falar ‘ah, o banco pode achar que é fraude, que você é laranja’ e me deixaram lá esperando.”, explicou Vieira ao G1.

De lá Vieira foi encaminhada a uma delegacia, “[A funcionária] falou: ‘Só faltam mais 15 minutinhos para o seu problema ser resolvido’. E aí chegaram os policiais. Fiquei revoltada na hora. Fiquei muito chateada, as pessoas ali devem achar que eu fui presa ou eu não sei. É uma vergonha, ridículo. Eu me senti ofendida. Segundo eles, eu sou fraude, laranja. Segundo eles, aquele dinheiro não era meu.

Segundo alegação policial no documento Lorenna estaria com o cabelo liso e no entanto o usava cacheado agora, por isso teria sido confundida e impediu no discernimento. “Eu até rasguei minha identidade,” revoltou-se Vieira, “porque o policial falou que era quase impossível saber se era eu, porque o meu cabelo estava liso, falou que era pra eu jogar minha identidade fora e fazer outra com o meu cabelo natural.

No entanto, o delegado, Fabricio Oliveira, da 22° DP (Penha), garantiu que diante das perícias realizadas pela Polícia Civil verificaram que o documento utilizado por Lorenna seria falso. O delegado ainda disse que a suspeita sobre a cédula de identidade foi o que motivou o acionamento da polícia pelo banco. Num primeiro momento, segundo ele, “os dados de nome, filiação, data de nascimento e numeração de identidade apresentada pela jovem batiam com os dados do sistema”. “Entretanto, após resultado de laudos periciais do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e Instituto de Identificação Félix Pacheco (IIFP) foi possível constatar que o documento era falso e que a digital encontrada na cédula não pertencem a jovem”, afirmou Oliveira, em comunicado enviado ao GLOBO na noite de sexta-feira (31).

Lorenna negou que o documento utilizado fosse falso. “Eu fui liberada da delegacia após verificarem que meu documento, emitido pelo Detran, não era falso. Fui orientada inclusive por policiais que me acompanharam a rasgar esse documento e emitir um novo com o meu cabelo ao natural para não ter mais esse tipo de problema”.

No Twitter a #ItauRacista entrou para os assuntos mais comentados na rede social, com diversas críticas à atitude dos funcionários em mantê-la dentro do estabelecimento até o horário de fechamento para então levá-la para a 22° DP (Penha).

As informações na cédula de identidade estavam corretas, tanto que ela foi. O fato tomou uma proporção muito grande. Não temos a pretensão de concluir a investigação em um dia. Vamos prosseguir investigando também a denúncia dela de racismo. Estamos tratando o caso com toda a cautela necessária para realmente elucidarmos tudo o que aconteceu”, ressaltou o delegado Oliveira sobre o caso. 

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