CONHECENDO NOVOS POVOS E CULTURAS EM O SEGREDO DO RIO AMAZONAS DO AUTOR GUILHERME VIANA


Um ano se passou desde os acontecimentos em O Tratado dos Pés Descalços, a Cuca continua sumida de Pindorama, mas todos os guardiões sabem que ela precisa recuperar sua mágica para voltar à ativa.

Durante esse um ano André foi viver na vila dos Sacis, o Bambuzal. Lá ele recebe treinamento, pela professora Monã, de Itupoeira, pois o menino acabou se decidindo por seguir a carreira de Diplomata, mesma profissão de sua professora, e assim ajudar no relacionamento entres os povos mágicos de Pindorama e os Karis (humanos). 

Mas esse ano promete para o menino André e seus amigos, Dandara e Cauã. A festa de Parintins está chegando: uma festa de grande homenagem ao Boi-Bumbá e de grande magia para os povos mágicos que vivem no Norte do Brasil. 

Em sua primeira lição como diplomata o menino, junto com sua amiga Dandara, sai em busca do boto perdido que vive entre os Karis. O que eles não poderiam imaginar era que outros também pertencentes aos povos mágicos estariam à procura do mesmo Boto cor de rosa. 

Além de ser convidado para presenciar o evento de Parintins e conhecer a vila dos Botos, o menino ainda iria descobrir seu primeiro amor em uma Iara, e no meio disso tudo a Cuca estaria tramando mais uma vez para conseguir os poderes mágicos que lhes fora tirado. Com toda certeza essa estória dará o que falar. 


Chegamos ao fim do segundo livro e sem poder colocar mais informações na resenha, porque do contrário traríamos muitos spoilers, e essa, meus caros leitores, não é a vontade dessa que vos fala. 

Guilherme Viana, novamente, nos apresenta um enredo bem construído e muito didático. Agora na parte dois de Pindorama, O Segredo do Rio Amazonas, nós conheceremos novos povos e culturas, um enredo cheio de reviravoltas e veremos mais uma vez o amadurecimento do menino André. 

Juntos com André entraremos mais uma vez em uma luta contra o mal, em que o poder da amizade vence mais uma vez, que o bem sempre se sobrepõe sobre o mal. Aprenderemos a perdoar, assim como o menino fez e nos ensinou, que a vingança em nada acrescenta. 

Entrar junto com o garoto nas adversidades e no medo do primeiro amor também será muito gostoso de se ler e acompanhar. 

Essa parece aquela faze pelo o qual todos nós passamos: queremos ser tratados como adultos maduros, mas ainda somos crianças descobrindo as coisas no mundo. 

Se na primeira resenha do Tratado dos Pés Descalços eu disse para o leitor encarar esse enredo brasileiro e gostoso de ler, agora no Segredo do Rio Amazonas vocês com certeza precisam acompanhar as aventuras de André pela terra de Pindorama.

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